Ressurgem aqui as manobras da oposição de adentrar fundo nas denúncias no que tange provar que Luiz Inácio Lula da Silva, Lula,  também fez parte do mensalão.  
A oposição tenta a todo custo levar Lula a Câmara e lá fazê-lo interrogatórios (uma espécie de tortura democrática). Os partidos se mobilizam e preparam ação, como mostrou a Veja em reportagem no último dia 11, “O PPS pediu, na manhã desta terça-feira, a abertura imediata de inquérito para investigar o ex-presidente. Já o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias, afirmou que, ainda nesta tarde, deve protocolar um convite para que Valério fale ao Senado. Na semana passada os tucanos já haviam protocolado representação pedindo a abertura de investigação sobre a atuação de Lula no esquema do mensalão”.
Josias de Souza, em seu blog, “Blog do Josias”, diz que o discurso de Marcos Valério à Procuradoria-Geral da União desqualificou o discurso do PT que antes dizia: 1) o STF rendeu-se à pressão da mídia e virou um tribunal de exceção; 2) José Dirceu, José Genoino, João Paulo Cunha e até Delúbio Soares foram condenados injustamente. 3) o mensalão não existiu. Era caixa dois. E que agora, depois da condenação dos réus vem afirmando: 1) esqueçam aquele Valério genial, mago das finanças, recebido com honrarias nos gabinetes do partido e da República. O julgamento do STF fez dele um criminoso indefensável. 2) como Lula não se envolveu com esse desqualificado, os cúmplices dele no PT e no governo são outros.
Diante de tudo isso o governo vem tentando blindar o ex-presidente. O mesmo vem “mexendo os pauzinhos” para que Lula não vá passar pelas garras afiadas do Congresso. Contudo, não é só o governo que utiliza das forças dos jedis (pronuncia-se “jedais”). O povo também vem em defesa do “Lula lá” e já preparam uma manobra de ataque para trazer guerreiros em defesa da ordem política de outrora que, nunca antes neste país, foi tão perfeita. As estratégias vêm pelos caminhos mais povoados, as redes sociais, e trazem o seguinte dizer: “Mexeu com Lula, mexeu comigo”.
Vamos esperar essa guerra dos mudos (políticos) para ver quem será o mocinho dessa empreitada sangrenta.