Sempre tenho muito cuidado nas publicações que aqui são apresentadas. Os cuidados recaem sobre a forma como escrevo os assuntos: ora de maneira mais leve, ora de maneira mais ríspida. Porém, sem perder a postura e nem dizer inverdades. Mentir com intuito de ganhar leitores ou mesmo criar fatos a fim de promover alguém, ou algo, não é do meu feitio.
O blog não tem a pretensão de ser jornalístico, até porque não é essa minha profissão, nem muito menos fazer referências a um determinado assunto que não conheça suas origens (ou que, pelo menos, tenha lido algo sobre o assunto). Este espaço funciona como um hobby para minha vontade de escrever. Não sobrevive de capital financeiro, porém de vontade e desejos (mais como um super lazer).
Não busco aqui novidades inventadas para postagens, pois nada ganho com elas, e mesmo que ganhasse não valeria apena, já que não seria nada honesto com os leitores deste blog. O que afirmo neste espaço sustento em qualquer local, defendo com conhecimento de causa (de leituras e/ou experiência vivida).
Por tanto, seria de bom alvitre que a mídia (principalmente a jornalística) tomasse uma postura mais ética, menos capital (finanças), mais social, e não levasse em conta apenas o lado financeiro (ou mesmo, o lado do poder), mas que fosse honesta com seus leitores (ou telespectadores), independente de assumir ou não um dos lados da política. Acredito que a credibilidade da informação é o motor que impulsiona a qualidade e que assegura a sua evolução diante das demais concorrentes. Tentar camuflar algumas frases criando blindagem para si e transformando-a em bucha de canhão para outros é, no mínimo, jornalismo barato, de pouca credibilidade, torpe. O jornal que distorce informação, normalmente, não visita a fonte. Fala o que pensa e, muitas vezes, força o pensamento em seu proveito.
Posto isto, esclareço como foi que surgiu o referido assunto que está na mídia escrita e televisiva e que, alguém distorceu os fatos:

Há algum tempo quis deixar um recado para os barulhentos candidatos que pretendiam a assumir um cargo político na Cidade (ou no Estado). A ideia veio quando vários grupos que pleiteavam candidaturas usavam como corredor do barulho duas avenidas de grande movimento, a Avenida Duodécimo Rosado com a Avenida Diocesana (cruzamento do Hiper Bompreço). Nestas imediações há o Centro de Educação Integrada Professor Eliseu Viana (CEIPEV), mais conhecido como Eliseu Viana. Ali, em época de campanha política, principalmente do lado em que ficam essas duas avenidas, os candidatos aproveitam para criar um corredor sonoro de vários decibéis (um barulho ensurdecedor). Neste período, os professores, na maioria das vezes, param por alguns minutos suas aulas a fim de deixarem os carros de som passarem. São interrupções constantes, que comprometem as aulas e aborrecem os que querem aprender.
O mais interessante é que todos os candidatos que ali já passaram dizem defender (e é prioridade de sua campanha) a educação. Fica a pergunta, como estes candidatos irão defender a educação na cidade, se eles mesmos a desrespeitam? Até hoje não entendo essas estratégias. Parece-me mais propaganda enganosa.

Todos os anos o CEIPEV trabalha o tema Meio Ambiente. Vários temas já foram pontos de debates e trabalhos de pesquisas. Para este ano o CEIPEV escolheu como debate os problemas ambientais internos a escola, ou mesmo nas suas imediações. Pegando a deixa, lancei a ideia a uma das salas (3ªA do turno matutino) sobre externarmos nossa indignação às campanhas políticas mal educadas deixando um recado para os candidatos. A turma, de pronto, aceitou. Trabalhando em grupo e discutindo sobre as frases que iriam ser pintadas no muro a turma lançou várias ideias nas quais algumas foram descartadas e outras aproveitadas.
As frases deveriam ser direcionadas a todos os candidatos da campanha política que não respeitam o espaço escolar. Não teve direcionamento a político A ou B. Agora, se algum candidato se sentiu ofendido, é sinal que o próprio já cometeu o erro, pois lhe serviu a carapuça.
Não vou indicar aqui quem agiu com má intenção, mas vou mostrar vários sites que escreveram sobre o assunto e no meio deles você descobrirá se existe ou não aquele que distorceu a informação.

Jornal Correio da Tarde: AQUI
Jornal Gazeta do Oeste: AQUI
Jornal Defato: AQUI
Jornal O Mossoroense: AQUI
Blog do Gutemberg Moura: AQUI
Blog do professor Alan Martins: AQUI